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Prefeitura de Amargosa adere paralisação de atividades e alerta para crise finaceira no Municipio

A prefeitura de Amargosa aderiu ao movimento "SOS Municípios" e vai paralisar suas atividades nesta sexta-feira (25) como forma de protesto contra a grave crise financeira sofrida pelas administrações municipais. Com a medida, o movimento encabeçado pela União dos Municípios da Bahia (UPB) espera chamar a atenção do Congresso Nacional para a aprovação da PEC 39/2013, que amplia em 2% o repasse de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).



A prefeita Karina Silva decretou Ponto Facultativo nas repartições internas e externas da Prefeitura Municipal, no dia 25 de outubro de 2013, ressalvados os serviços e as atividades considerados de natureza essencial, especialmente na área da Saúde, Educação, coleta de lixo urbano e da Segurança Pública. (Com informações do Metro1).

Itabuna: Vice prefeito é investigado pelo Ministério Público

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) vai entrar com uma ação civil pública contra o vice-prefeito Wenceslau Junior (PC do B). O promotor Inocêncio Carvalho, tomou os depoimentos do vice-prefeito e dos ex-funcionários da câmara, além do ex-assessor conhecido como Bioró Som. O ex-assessor é testemunha no caso, e alega que durante o período em que trabalhava com Wenceslau seu salário foi zerado por conta de empréstimos consignados que segundo ele, nunca foram tomados.
O Ministério Público teria consultado os bancos que informaram que não havia empréstimo em nome de Bioró. Após conclusão das investigações, o MP pode acionar o vice-prefeito na Justiça. Ele poderá responder por apropriação indébita e ter os bens bloqueados. Em 2012, o então vereador Wenceslau, foi afastado do cargo. O promotor Inocêncio Carvalho, entrou com ação civil contra os vereadores Raimundo Pólvora (DEM), Solon Pinheiro (DEM), e Wenceslau (PC do B). Na ocasião, eles foram afastados do cargo. (Políticos do Sul da Bahia).

Justiça italiana proíbe Berlusconi de exercer cargos públicos por 2 anos

O Tribunal de Apelação de Milão fixou neste sábado (19) em dois anos o tempo em que o ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi ficará proibido de ocupar cargos públicos e de ser eleito, depois de sua condenação por fraude fiscal no caso Mediaset, informou a imprensa local. Berlusconi, que é senador, ainda pode apelar da sentença ante o Tribunal de Cassação. O veredicto pode custar ao três vezes primeiro-ministro seu cargo como senador, mas, para isso, a câmara deverá validar a decisão judicial, ao final de um procedimento que pode durar semanas ou meses.
O Tribunal de Cassação, máxima instância judicial, confirmou em 1o. de agosto a condenação do magnata das comunicações a um apena de prisão por fraude fiscal, pronunciada anteriormente pela instância de apelação. No entanto, a corte anulou outra pena "acessória" que proíbia Berlusconi, de 77 anos, de exercer um cargo público durante cinco anos, e considerou reduzi-la para um período entre um e três anos. Por fim, decidiu-se que serão dois anos, em virtude da decisão do tribunal de apelação.Quanto à pena de prisão, quatro anos reduzidos a um graças a uma anistia, ele não cumprirá na cadeia por uma questão de idade. O ex-dirigente decidiu fazer trabalhos comunitários invés disso. Esta última condenação poderá agilizar a perda de sua vaga no Senado, em virutde da Lei Severino, que prevê a expulsão dos parlamentares condenados de forma definitiva a uma pena de prisão. Berlusconi é acusado de ter "inflado" artificialmente o preço dos direito de difusão de filmes, comprados através de sociedades de fachada de sua propriedade e vendidos à Mediaset, um sistema que permitia ao grupo reduzir os lucros na Itália e pagar menos impostos. Calcula-se que a receita deixou de receber 7 milhões de euros.(Voz da Bahia)

Senado aprova projeto que permite criar 180 novos municípios

O Senado aprovou nesta quarta-feira projeto de lei complementar que abre a possibilidade para criação de novos municípios por intermédio das Assembleias Legislativas dos estados. A matéria havia sido aprovada pela Câmara em junho deste ano, mas, como foram feitas alterações, uma vez que o projeto era originário do Senado, retornou para que os senadores analisassem as mudanças. O projeto de lei tramitava no Congresso desde 2002. Votaram favoravelmente à proposta 53 senadores; cinco foram contrários e três se abstiveram.

A farra da criação de novos municípios havia sido interrompida em 1996, quando uma emenda constitucional exigiu a aprovação de lei federal que definisse novos critérios para criação, incorporação, desmembramento de novas cidades.(Radar 64)

Câmara autoriza redução dos 'supersalários' de 1.371 servidores

A Câmara dos Deputados oficializou nesta terça-feira (15), em reunião da Mesa Diretora, o corte dos salários de 1.371 funcionários que ganham acima do teto constitucional (atualmente de R$ 28 mil, equivalente aos vencimentos de um ministro do Supremo Tribunal Federal). De acordo com o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), serão atingidos pela medida 676 servidores ativos e 695 aposentados. Na semana passada, a Câmara havia anunciado que reduziria as remunerações de 1.366 funcionários, mas foram identificados posteriormente outros cinco servidores inativos com vencimentos superiores a R$ 28 mil. 
O ato da Mesa Diretora atende a uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que, em 14 de agosto, deu 60 dias para que a Casa regularizasse os pagamentos que ultrapassassem o teto constitucional. Segundo a assessoria da Câmara, a aplicação do teto reduzirá em R$ 70 milhões os gastos anuais com a folha de pagamento. Os "supersalários" são decorrência do entendimento do Legislativo de que o pagamento por função comissionada não entraria no cálculo para adaptar as remunerações ao teto constitucional. Conforme auditores do Tribunal de Contas da União, o prejuízo aos cofres da Câmara com o pagamento de salários irregulares soma R$ 517 milhões por ano. Nas contas dos técnicos da corte de fiscalização, 18,75% dos gastos da Casa com pessoal estão irregulares. De acordo com a Diretoria-Geral da Câmara, não haverá devolução do que já foi pago acima do teto até o fim do prazo dado pelo TCU à Câmara. O ressarcimento não foi exigido pelo tribunal.(Voz da Bahia).

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